Elspeth McGillicuddy sai de sua Escócia natal para visitar Miss Jane Marple. Durante a viagem, ela vê uma mulher sendo estrangulada, no instante em que o trem no qual se encontrava diminui a velocidade e o da frente acelera. Somente Miss Marple acredita em sua história, uma vez que não parece haver qualquer evidência de transgressão ou delito na mesma. Então, a primeiro passo a ser dado é descobrir onde o corpo poderia ter sido escondido, e comparando-se as pistas do assassinato com os horários do trem e a localidade em questão, chega-se a Crackenthorpe Hall, única localidade possível para escondê-lo. Miss Marple pede ajuda a uma velha conhecida, Lucy Eyelesbarrow, uma governanta profissional, conhecida por seu eficiente e hábil poder de organização. Lucy concorda em aceitar um emprego em Crackenthorpe Hall e, neste momento, inicia-se a caçada ao assassino.
O que você gostaria fazer à noite em sua casa? Venha ler escutando uma música. Faz bem para a memória e você relaxa pelo dia cansado que teve.
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Agatha Christie - Sócios no crime
A moça vestida de Dama de Copas estava sentada a um canto, encostada na parede, como que enroscada sobre si mesma. Através da máscara olhou-os fixamente mas não se moveu. No vestido branco e vermelho, a estamparia do lado esquerdo parecia um tanto borrada. Havia mais vermelho do que deveria... Banal? Corriqueiro? Nada de mais? Ao menos para o comum dos mortais, sim. Não, porém, para Agatha Christie. Pois é a partir de fatos assim mínimos, irrisórios, só em sua mais evidente aparência comuns, que Agatha Christie, ainda uma vez, põe em execução todo o seu talento, sua inesgotável capacidade de criar situações extraordinárias em meio aos acontecimentos mais óbvios, e cria estes incríveis Sócios no Crime, que pela primeira vez a Nova Fronteira edita em português.
Tommy Beresford está com problemas de saúde. Sugerem-lhe uma licença do trabalho por seis meses. O que fazer, como distrair-se, divertir-se? Tommy Beresford e Tuppence, sua mulher, transformam-se em nada mais nada menos do que detetives da Agência Theodore Blunt. E metem-se na mais inacreditável série de aventuras. E se dão ao luxo de, para cada caso a ser solucionado, usar o estilo de um grande detetive. Imitam à perfeição as artimanhas do Padre Brown, a inteligência bem humorada, irônica e a vasta cultura de Sherlock Holmes, e a inigualável finura do genial Hercule Poirot. Agatha Christie limita-se a, habilidosa e despreocupadamente, acompanhar os mais ingentes esforços desse casal em mostrar-se digno do anúncio da Agência Theodore Blunt: “Detetives: brilhantes! Resolve-se qualquer caso em apenas 24 horas!”
Agatha Christie - O mistério dos setes relógios
“Os mascarados estavam sentados ao redor da mesa. Enquanto ela estacava emudecida pela brusquidão da surpresa, Masgorovsky foi tomar o lugar dele, ajeitando a máscara no rosto.”
Agatha Christie - O mistério do trem azul
Aventura vivida, em sua maior parte, na Costa Azul: litoral sul da França e Montecarlo (onde os ingleses abastados passavam o inverno). Um milionário americano compra o famoso rubi “Coração de Fogo” e presenteia a sua filha, Ruth Kettering. É parte de um maravilhoso colar muito cobiçado por ladrões e colecionistas.
Ruth não é feliz no casamento e se interessa por um ex-namorado com quem não se casou porque o pai foi contra a sua vontade, já que o sujeito não era muito honesto. Visto que o marido da filha também se revelou um aventureiro e arranjou uma amante, o milionário sugere o divórcio e inicia os procedimentos legais para tanto. Durante a viagem no “trem azul” em direção a Nice, Ruth é assassinada e o rubi roubado. Por ironia do destino um dos passageiros era Poirot, que será encarregado pelo pai de Ruth de descobrir o assassino. A situação é complexa, mas Poirot contará com a ajuda de outra passageira, Katherine Gray, para resolver o mistério.
Agatha Christie - Os quatros grandes
Poirot não quer pensar em mais nada além de destruir a organização secreta “Os Quatro”, composta de importantes personagens mundialmente reconhecidos nos seus campos de atuação. Mas para isto, ele necessita mais do que nunca colocar em ação as suas “células cinzentas”. Acontecem diversos episódios relacionados às ações dos quatro, que se organizam para dominar o mundo eliminando literalmente todos os obstáculos. E como Poirot é um destes, tentam eliminá-lo também.
Nesta aventura Poirot tem a companhia do seu fiel amigo Hastings, que chega da Argentina para passar três meses, mas vai ficando com o objetivo de “ajudar” Poirot a investigar e agir contra os terríveis “quatro”.
Nesta aventura Poirot tem a companhia do seu fiel amigo Hastings, que chega da Argentina para passar três meses, mas vai ficando com o objetivo de “ajudar” Poirot a investigar e agir contra os terríveis “quatro”.
Agatha Christie - O assassinato de Roger Ackroyd
Na sossegada vila britânica de Kings About, o passatempo é a mexerico. Muito freqüentemente, discutem a vida de Roger Ackroyd, um homem considerado um "fidalgo rural". Esse grupo de mexeriqueiras é liderado por uma senhora inglesa de meia idade, Caroline Sheepard, irmã do prestigiado doutor Sheepard. Recentemente, o grupo da má língua andava a especular sobre o relacionamento da então viúva Miss Ferrars e de Mr. Ackroyd. As mexeriqueiras não param, embora miss Ferrars se tenha suicidado. Ackroyd, no meio da confusão, pede a Sheepard para jantar com ele, e revela que Miss Ferrars matara o marido e andara a ser chantageada. Ackroyd recebe uma carta que devia ler mais tarde (onde saberia quem era o chantagista), mas não pôde, pois aconteceu um assassinato que ele não poderia investigar: o seu próprio. Por pura coincidência, Poirot está a descansar na vila, a plantar abóbora. Com a ajuda do Doutor Sheepard, Poirot passa a investigar o crime, qualificado de bizarro, visto que Akroyd fora morto com a sua própria adaga no seu escritório. A investigação é tortuosa e Poirot concebe que cada um tem uma mão no assunto. No entanto, no final Poirot encontra no menos provável suspeito o verdadeiro autor do crime.
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