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Mostrando postagens com marcador Livros - Barbara Cartland. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

BC 20 - Amor somente amor!



Ser acordada no meio da noite, ter seu corpo eriçado por dois braços fones e viris, sentir sobre o rosto os lábios úmidos de sir Wolfe, seu jovem e rico patrão, era o desejo secreto de Amanda. Uma noite isso aconteceu… Ela foi despertada por sir Wolfe e ele a agarrou em seus braços, mas para sacudi-la com horror e desespero! De seus lábios não saíram palavras de amor, saíram gritos de acusação: “Você é uma ladra! Você e seus cúmplices seqüestraram minha filha!” Os olhos de sir Wolfe a ameaçavam com as iras do inferno! Amanda tinha de provar sua inocência, mas como?

BC 19 - Sonhos traídos


A lua levantava-se em todo o seu esplendor e as estrelas salpicavam o céu límpido. Na janela de seu quarto, o marquês de Mounteagle pensava na traição que sofrera e seu coração enchia-se de pesar. Não conseguia esquecer Fleur, mas sabia que ela era uma bela impostora. Desceu para o jardim, esperando que a paz da noite o acalmasse. Um chafariz, cujos jatos deslumbrantes lembravam fios de Prata, oferecia uma visão deslumbrante. De repente, viu, bem a sua frente. uma jovem debatendo-se nos braços de um homem que a forçava a beijá-lo!

BC 18 - O pirata sedutor


Quando Bertilla chegou à varanda, ela ouviu seu nome ser mencionado pela anfitriã e por uma senhora que a visitava. "Não posso deixar de pensar - disse à senhora - que fosse divertido para Lorde Saire, o "Pirata Sedutor", ter naufragado com alguém tão pouco excitante como é essa mocinha imatura!". Tendo como pano de fundo o excitante e exótico séc. XIX em Málaca, esta é a história de uma jovem que se encontrou numa perigosa viagem marítima em companhia de um notório conquistador.

BC 17 - Uma noite no Moulin Rouge


Paris do século XIX! Capital dos prazeres proibidos, reino de belas e desinibidas cortesãs que se exibiam no cabaré Moulin Rouge, cobertas de sedas e jóias espetaculares, ao lado de seus ricos amantes! Foi nesse cenário deslumbrante de erotismo e boêmia, que Una Thoreau, recém-saída de um convento, foi procurar seu pai, pintor, no bairro de Montmârtre, refugio dos artistas. E foi lá, numa sombria e velha casa parisiense, que Una abriu a porta de um quarto, esperando ver seu pai e foi agarrada por um desconhecido! Não adiantava gritar… Una estava sozinha em Paris. Quem poderia salvá-la?

terça-feira, 25 de outubro de 2011

BC15 - Prisioneira do amor



O castelo estava em silêncio, no meio da noite, quando Sorilda escutou passos no corredor. A porta de seu quarto abriu de repente e um homem aproximou-se de Sorilda. Com os olhos arregalados de susto, ela reconheceu nele o jovem conde Silas Winsford, amante de sua tia. A partir desse momento tudo se precipitou: acusações, injúrias, falsidades forçaram Sorilda a se casar com o conde para reparar seu erro. Mas, no dia do casamento, na igreja do castelo, Sorilda fez seu noivo estremecer… Caminhando para o altar, pálida e linda, vinha Sorilda todinha vestida de negro!

BC 16 - Um beijo ao amanhecer


Uma aposta cruel, insensata, foi o que sir Ugo fez usando como chamariz a pureza e bondade de sua sobrinha Lorena. Educada num convento da Itália, a moça voltou para Londres e foi imediatamente levada para os salões do mais conhecido conquistador da Europa, o jovem e rico duque Alstone. Sir Hugo apostou que Lorena, em uma semana, poderia conquistar todos os homens que conhecesse! Mas Lorena não queria todos os homens do mundo…Seu coração ansiava apenas pelo amor de Alstone, justamente o homem que achava que as mulheres eram só fonte de prazer, nunca de amor verdadeiro!

BC 14 - Meu reino por um amor



Ninguém podia acreditar! Charlotte recusou o pedido de casamento de Ivan, um príncipe russo, riquíssimo, desejado por todas as mulheres da Europa! Por que ela havia desprezado um homem com tal fascínio e que lhe prometia todas as delícias do amor em seu fabuloso castelo? E o medo de morar com o príncipe era tanto, que Charlotte praticamente jogou Alana, sua melhor amiga, nos braços de Ivan, para escapar daquele matrimônio. Mas o príncipe era um homem altivo e poderoso: preparou uma armadilha em seu castelo para conseguir, à força, o amor da mulher que ele desejava!

BC 13 - Uma orquídea para Chandra



Chandra escutou passos decididos ecoando pela sala… A tênue claridade de uma vela iluminou parcialmente um corpo bem-feito, alto e vigoroso. Por mais que ela se esforçasse, não conseguia adivinhar as feições do homem que dela se aproximava. E foi então que, bruscamente, ele a puxou para si, apertando seu corpo viril contra o dela e colocando seus lábios sobre os trêmulos lábios de Chandra. Ela sentiu-se possuída por um indizível arrebatamento e pensou, maravilhada: “Isto é amor!”

BC 12 - À beira do lago encantado



A princípio, Ian Arldey pensou que aqueles gemidos no quarto ao lado fossem o lamento de um animalzinho ferido. Então, ouviu claramente uma voz de mulher implorar:' 'Não me machuque, Friederich!'' A partir daquele momento, a princesa Mariska estaria sempre presente em seus pensamentos. Não apenas como a infeliz esposa de um inválido, bêbado e sádico, que a surrava com um chicote, mas como o único amor de sua vida; um amor sem esperança, porque, além de casada ela era uma princesa alemã, uma inimiga! E lorde Arkley tinha motivos para desconfiar de que Mariska nunca deixaria de ser fiel àquele marido que a odiava!

BC 11 - Castigo de amor



Meiga, tímida, Latônia estava quase desmaiando diante de lorde Branscombe. Os olhos acinzentados do homem brilhavam de ira quando ele gritou, sem piedade: “Você é uma mentirosa, uma mulher sem escrúpulos!” Latônia sabia que ia ser castigada por culpa bem merecida. Por que ela havia enganado o lorde, fingindo ser sua prima, e viajado com ele para a Índia? Agora, em meio à pompa e riqueza dos palácios indianos, a farsa foi descoberta. O pior é que lorde Branscombe escolheu um estranho castigo para Latônia: obrigou a moça a se casar com ele!

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

BC 10 - À luz do luar


Aquele pedaço de papel com a assinatura do irmão poderia representar a prisão dele e a perda da única coisa que tinham no mundo: a casa de seus pais. Por isso, Neoma concordou em ir ao castelo do marquês de Rosyth, para tentar roubar o vale de duas mil libras que seu irmão devia a ele, por causa de um jogo de cartas. Mas a única maneira de entrar no castelo era comparecer a uma das famosas festas do marquês. E Neoma não sabia que só as cortesãs eram convidadas para aquelas verdadeiras orgias! Tarde demais, ela descobriu que o preço da honra do irmão era sua própria desonra…

BC 09 - Natasha


Como pode aquela mulher manter a sua altivez e dignidade vestida em farrapos, em meio ao frio cortante do Cáucaso? Natasha sabia que seu futuro estava traçado: ser esposa de um sultão e ficar enclausurada, dia após dia, semana após semana, ano após ano, vivendo em um harém no meio de centenas de mulheres ociosas, ocupadas apenas com futilidades e intrigas, numa existência sem perspectiva.
Mas nada conseguiu fazê-la mudar sua decisão de salvar a vida de seu irmão, em troca da sua. Nem mesmo o amor que sentia por Darryl foi forte o suficiente para isso.

BC 08 - O Conde implacável


Vesta deixa a Inglaterra após ter-se casado por procuração com o Príncipe herdeiro da Katona. Mas é no Conde que ela encontra algo inflexível e dominador e com ele vem a conhecer o amor em toda sua plenitude.

BC 08 - A outra face do amor


Aquilo parecia um verdadeiro conto de fadas, pensou Jemima, quando chegou na mansão do Visconde Ockley, um homem que mal conhecia e com quem agora estava casada e amava acima de todas as coisas. Afinal, ele a libertara das garras do tio que a tratava como uma escrava! Mas, algum tempo depois, aquele conto de fadas iria se transformar num pesadelo, pois seu marido boêmio e cheio de dívidas estava ameaçado de ir para a prisão. Naquele momento, Jemima seria capaz de cometer qualquer loucura, qualquer gesto impensado para impedir aquela desgraça. Valeria a pena pagar um preço tão alto? Será que Ockley merecia tanto sacrifício e desprendimento?

BC 07 - O sol nunca mais vai brilhar


Um amor proibido... um sonho não realizado! Seria possível viver sem o homem que era tudo para Zóia? Lá fora, Moscou estava em chamas e a s tropas de Napoleão saqueavam a cidade. Sentada ao piano Zóia tocava, com os olhos perdidos no céu avermelhado.Mas não era a guerra que torturava seu coração.Enquanto seus dedos percorriam o teclado, ela sabia que não importava como terminasse a luta: de qualquer forma seria derrotada, pois perderia seu grande amor para salvar a vida do duque de Welminster. Teria que ajudá-lo a fugir para a Inglaterra e calar para sempre a paixão que sentia por ele. Era disso que sua música falava: do desespero de um amor impossível e do adeus, que estava próximo.

BC 06 - Canção de amor


Lady Sherington espiou através da janela os jardins dos fundos da casa do duque d’Aubergue, nos Champs Elysées.
Pensava, naquele momento, que Paris era muito mais excitante do que esperava.Seus cabelos louros brilhavam à luz do sol e ela parecia muito jovem, na verdade ainda mais jovem do que realmente era, e muito bela.Pensou que era uma sorte extraordinária a duquesa d’Aubergue ser sua amiga durante tantos anos.Haviam se conhecido quando lord Sherington levou-a a uma recepção na Embaixada da França. Naquela ocasião, receou que seu vestido e suas jóias não pudessem competir com os das demais convidadas.A duquesa, entretanto, a distinguira e acabaram ficando grandes amigas. Chegou o momento em que ela, mais do que nunca, desejou visitar Paris, e Lorraine d’Aubergue convidou-a para ficar em sua casa o tempo que ela quisesse.Que sorte eu tenho disse lady Sherington para si mesma. Muita sorte mesmo!

BC 05 - A deusa vencida


Os tambores do vodu ecoavam pela floresta, avisando do perigo, enquanto André e Sãona fugiam dos soldados do general Dessalines, sedentos de sangue. A não ser que conseguissem despistar seus perseguidores, seriam torturados e mortos. Desde que chegara ao Haiti, para procurar um tesouro enterrado por seu tio, o conde André de Villaret tinha sido protegido pelos deuses nativos. Disfarçado, atravessou a ilha, dominada pelos ex-escravos que haviam massacrado os colonizadores franceses. Mas agora precisava de toda a ajuda de Damballah, o deus-serpente, para salvar sua maior riqueza: a vida da mulher a quem amava.

BC 04 - Feitiço de amor


O luxuoso trem particular do duque de Rannock atravessava a Escócia, levando Fiona para um futuro incerto. Ao longe, ela avistou os campos floridos e as montanhas enevoadas daquela terra que aprendera a odiar. E, mais do que tudo, odiava o duque, que agora tinha nas mãos a vida dela e da única pessoa que gostava no mundo: sua pequena sobrinha. Não me curvarei diante desse homem, pensou. Mas, atrás das altas muralhas de pedra do castelo de Rannock, havia mais perigos do que Fiona podia imaginar. Lá, ela iria ser perseguida pela sombra de um crime, apaixonar-se perdidamente e arriscar a própria vida...

BC 01 - Sedução diabólica


Quando lady Circe Langstone botava as garras num homem, era a ruína dele. Dizia-se até que a chama daqueles olhos verdes não era o fascínio do amor, mas o feitiço da magia negra. Dizia-se, também, que só um homem, em toda a corte, seria capaz de resistir a ela: o galante e cínico conde de Rochester. Por isso, Circe estava disposta a tudo para conquistá-lo. Mas uma rival inesperada atravessou em seu caminho: sua própria enteada, Ofélia Langstone.
De repente, o conde se viu preso numa armadilha: para salvar Ofélia do ódio  assassino da madrasta, teria que se tornar amante da diabólica Circe. Ou então... seria a sua morte.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

BC 03.3 - Havaí, Ilha do amor



          O rosto de Lydia se iluminou de felicidade! Como era possível estar nos braços do fascinante conde de Royston, naquele paraíso selvagem? Mas havia cometido um erro imperdoável ao se apaixonar pelo noivo da irmã, e não teria chances de voltar a sentir os beijos impetuosos e doces que tinham transformado aquele lugar deserto em uma ilha de sonhos, repleta de amor.